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A relação entre: a castanha de caju e a neuroplasticidade

A castanha de caju apresenta um composto denominado de ácido anacárdico que contribui para o reparo de uma lesão no tecido neurológico.

Um estudo realizado em laboratório com animais que apresentavam lesão da bainha de mielina, cuja função é revestir o axônio dos nossos neurônios garantindo que os estímulos elétricos sejam conduzidos com velocidade adequada.

Mostrou como resultado a capacidade do ácido em promover a remielinização e reduzir a extensão da desmielinização, sugerindo que o composto pode atuar reduzindo lesões e promovendo reparos do tecido nervoso nos casos de esclerose múltipla.

Ainda é necessário estudos em humanos para analisarmos esses efeitos, entretando os resultados são consistentes e promissores.

Você tem o hábito de comer castanha de caju? Já temos estudos comprovados sobre os benefícios de nozes e amêndoas para a gerar neuroplasticidade!


Referência: LJUNGGREN-ROSE, Åsa et al. O ácido anacárdico induz IL-33 e promove remielinização no SNC. Proceedings of the National Academy of Sciences , v. 117, n. 35, pág. 21527-21535, 2020.














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